O presente já é digital
08/09/2021

A revolução tecnológica que vivemos atualmente modifica cada vez mais a área da saúde. Chamada e-health (saúde digital), essa era é formada pela convergência de diversas tecnologias, que utilizam ferramentas e soluções digitais para melhorar a eficiência médica, tornando-a mais personalizada e precisa. Sobre este assunto, a médica radiologista Cláudia da Costa Leite produziu o texto “A jornada tecnológica do paciente”, onde comenta sobre o uso da tecnologia de forma inteligente para auxiliar os profissionais da área.

Claudia é KOL (Key Opinion Leader) da Pupilla, plataforma de conteúdo médico voltado para especialistas, onde o texto foi originalmente publicado.

 

Segundo o artigo – que você pode conferir na íntegra neste link aqui – estamos caminhando para uma medicina cada vez mais ligada à internet, utilizando tecnologia da informação, ferramentas wireless, robótica, inteligência artificial, realidade virtual, modelos 3D e interoperabilidade de dados de saúde. Diversos destes avanços já são cada vez mais vistos com facilidade, o que transforma diretamente a experiência de atendimento para os pacientes.

O texto ainda traz a questão do uso de modelos de impressão 3D e a realidade aumentada, por exemplo, que já podem auxiliar os cirurgiões num melhor planejamento cirúrgico. A Dra. Claudia cita ainda o uso de wearables (os dispositivos que podemos vestir, como os smartwatches) ou mesmo dos insideables (tecnologias implantáveis) podem ajudar a monitorar vários parâmetros fisiológicos e bioquímicos, permitindo a detecção de alterações de saúde mesmo antes das manifestações clínicas. Um excelente dado pela profissional são os sensores superficiais de glicemia (utilizados pelos diabéticos insulino-dependentes), que permitem a monitorização contínua da diabetes e melhor controle da doença de maneira prática, já que atualmente são ofertados como adesivos discretos e de baixo custo.

Sobre Big Data em saúde, a radiologista entende como fundamental para o desenvolvimento de novas soluções, como as aplicadas em inteligência artificial. Já existem tecnologias de IA sendo utilizadas para detectar hemorragia cerebral em exames de tomografia computadorizada de crânio, por exemplo. Nesse caso, quando uma hemorragia é detectada, o algorito destaca a área, que é analisada prioritariamente pelo médico radiologista, evitando atrasos na tomada de decisão terapêutica.

Um ponto de destaque é a importância da tecnologia na gestão da saúde. Com sistemas cada vez mais completos, é possível criar prontuários eletrônicos, realizar agendamentos, disponibilizar resultados de exame, conferir vagas de internação e até mesmo monitorar remotamente pacientes crônicos.

No texto, Dra. Claudia destaca que ainda existem muitos desafios para a implementação mais ampla da chamada e-health. Conferir segurança de dados para os pacientes é um dos grandes desafios atualmente enfrentados no mundo, dado o histórico de ataques hackers e vazamento de informações sensíveis. Um ponto extremamente oposto, mas que também é de suma importância, é a falta de acesso a internet em certas áreas, ou mesmo a dificuldade de adaptação e aceitação de novas tecnologias por pacientes e médicos.

Neste último caso, plataformas de educação médica como a Pupilla, segundo a Dra. Claudia, são de extrema importância para evidenciar a importância da tecnologia na medicina. Utilizando diversos formatos para transmitir conteúdos confiáveis na área da saúde, a plataforma amplia o acesso a dados de atualização médica, universalizando o conhecimento para profissionais da saúde que queiram se atualizar e também para os estudantes que já compreendem que o presente já é digital.





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