Como a Rede D’Or atua em transplantes, pesquisa e gestão pública com impacto social
23/12/2025

Todo ano, no mesmo dia, o médico Ricardo Ribas recebe uma mensagem de uma mãe. A filha dela, hoje uma adolescente, foi paciente do Hospital Estadual da Criança, no Rio de Janeiro, quando tinha apenas 4 anos e 11 kg. Foi nesse hospital que a menina recebeu o rim que salvou sua vida, e a cada ano a mãe volta para agradecer. 

Essa é apenas uma das histórias de vida que se cruza com as ações sociais da Rede D'Or, maior empresa de saúde da América Latina. A atuação inclui apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), investimento em ciência de padrão internacional e difusão de protocolos assistenciais, fortalecendo o sistema de saúde brasileiro em diversas regiões do país. 

Conheça algumas dessas iniciativas. 

Parceria com o SUS 

Há mais de dez anos, o Hospital Estadual da Criança (HEC), no Rio de Janeiro, é administrado em parceria entre o governo estadual e o Instituto D’Or de Gestão de Saúde Pública, braço social da Rede D’Or. 

A unidade é dedicada ao cuidado de alta complexidade para crianças e adolescentes. Hoje, o HEC é um dos únicos três hospitais brasileiros a realizar transplante renal em crianças com menos de 15 kg. Bebês de até 1,6 kg com câncer também são operados no hospital com técnicas minimamente invasivas. 





 

Na ortopedia, o hospital mantém o único ambulatório no Rio de Janeiro dedicado ao tratamento de pé torto congênito, condição que, sem intervenção, pode levar a deficiência física e limitações motoras permanentes. 

Desde 2013, foram realizados no hospital mais de 300 transplantes em crianças e adolescentes, 62 mil cirurgias e 253 mil consultas ambulatoriais. 

Ciência brasileira para o mundo 

O trabalho de responsabilidade social também passa pela produção de conhecimento científico. Por meio do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), organização sem fins lucrativos, a Rede D’Or apoia há 15 anos projetos de pesquisadores brasileiros e a cooperação com centros internacionais. 

Um exemplo disso é o encontro da norte-americana Jennifer Doudna, ganhadora do prêmio Nobel, com os brasileiros Bruno Solano e Thyago Calvo, que participaram de treinamento com a cientista. Ambos integram a iniciativa Ciência Pioneira, voltada ao financiamento de pesquisas de fronteira. 

Bruno e Thyago estão entre os 48 cientistas apoiados pelo IDOR nesse programa. Eles estudam tratamentos inovadores e acessíveis para doença falciforme e doenças degenerativas. 

Outros projetos investigam condições como transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), zika, câncer e Covid-19, em linhas de pesquisa que abrangem biologia molecular, doenças infeciosas, neurociência e cognição. Mais de 100 PhDs – professores, colaboradores ou pesquisadores do instituto – participam desses estudos. 

A divulgação científica integra essa agenda, com iniciativas em escolas de ensino médio e a oferta de programas de doutorado, residência médica, graduação e pós-graduação. 

 





 

Tecnologia médica em diferentes regiões do país 

Além do apoio ao SUS e à pesquisa, a Rede D’Or investe em tecnologia médica com foco na distribuição territorial desses recursos. Um dos eixos dessa estratégia é a cirurgia robótica. 

O programa já beneficiou pacientes de estados como Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Ceará e do Distrito Federal. A proposta é que um paciente operado em uma cidade fora do eixo Sudeste siga os mesmos protocolos e fluxos assistenciais adotados nas principais unidades da rede. 

A criação e a padronização desses protocolos, desenvolvidos por equipes especializadas, ajudam a reduzir a distância tecnológica entre regiões e a levar procedimentos de alta complexidade a um número maior de pacientes no sistema de saúde brasileiro. 

Em conjunto, as ações da Rede D’Or compõem um mesmo eixo de atuação social. São iniciativas que se conectam ao dia a dia do cuidado no presente, ao mesmo tempo que constroem a saúde do futuro - com mais ciência e disponível para mais pessoas. 

 



 





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