Centrada no usuário, atenção primária do plano de saúde Alice diminui desperdícios
13/03/2026

A Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil é foco de um dos principais debates da atualidade. Defendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como modelo de equidade, acaba sendo, por vezes, utilizada no sistema privado como barreira burocrática, limitando o acesso a cuidados essenciais. 

A principal queixa de usuários – e preocupação de especialistas e gestores de saúde – é que essa abordagem de gatekeeper, centrada em necessidades financeiras, cria modelos obrigatórios que não apenas complicam a experiência de uso, mas também prejudicam os indicadores de saúde. 

Nesse contexto, a operadora Alice acena com uma solução capaz de resolver o impasse. Desde 2020, a empresa construiu um modelo de APS cujo uso não é obrigatório, mas que oferece um serviço eficaz e confiável, que facilita a navegação pelo complexo sistema de saúde. Ele foi desenvolvido a partir da necessidade dos usuários. "Começamos ouvindo as pessoas e entendendo suas dores no sistema de saúde. Nosso modelo é diferente porque foi construído para resolver esses desafios, sem impor barreiras ou complicar ainda mais o cuidado", explica André Florence, cofundador e CEO da Alice. 

Tecnologia 

Além de priorizar uma APS acessível, o modelo utiliza tecnologia, o que torna possível, na prática, a coordenação de cuidado, além de fornecer dados de saúde em tempo real que auxiliam na identificação precoce de problemas e na tomada de decisões mais assertivas. As ferramentas digitais também facilitam o agendamento de consultas e exames, integrando diferentes etapas do atendimento em uma única plataforma. Dessa forma, o sistema reduz burocracias e melhora a eficiência do acompanhamento. 

Dados internos da empresa evidenciam a eficiência do modelo: atualmente, 50% dos clientes atendidos optam por utilizar o serviço de APS digital – chamado de Alice Agora – mensalmente, reduzindo a frequência de uso desnecessário do pronto-socorro em 10%, as cirurgias eletivas em 35%, e os pedidos de exames em 40% em relação à média de mercado. “Esses números também implicam em uma experiência superior para as pessoas, afinal, é muito melhor resolver uma demanda de saúde da sua própria casa do que enfrentar longas esperas em um pronto-socorro”. 
 

Além disso, 80% dos pacientes diabéticos estão com a doença controlada, em comparação a 60% no mercado; 18% dos indivíduos com obesidade apresentam melhorias, enquanto apenas 12% é observado no setor; e 54% dos partos são realizados via vaginal, comparado a 20% em outras operadoras. 

"É muito importante lembrar que esses dados de redução de uso não significam menos acesso aos cuidados necessários ou o impedimento de procedimentos de alto custo, mas, sim, a oferta dos cuidados certos, na hora correta e no lugar ideal, promovendo a redução de desperdícios que existem no setor", diz Florence. “Temos, em média, 3,7 dias de internação, com taxa de 6,3% de rehospitalização não-programada em 30 dias, números consideravelmente menores que os do mercado, que são 4,6 e 8,8% respectivamente.” 

Um caminho mais sustentável 

A experiência da Alice demonstra que um modelo centrado no usuário é fundamental para a eficácia da APS. A abordagem não apenas garante a utilização, como melhores desfechos de saúde, controle mais eficiente de doenças crônicas e também redução de desperdícios. 
"Acreditamos que, quando o viés deixar de ser apenas financeiro e passar a ser sobre a experiência das pessoas, a utilização da APS vai crescer e mais indicativos de sucesso irão surgir", afirma Florence. "Para isso, precisamos redefinir o que esperamos da saúde suplementar no Brasil. É isso que as empresas de tecnologia têm feito: estabelecido expectativas e mudado o mundo. Na saúde não será diferente", finaliza o CEO. 





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