O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado caiu 32,8% em um ano, somando R$ 713,8 milhões, com margem de 9%.
A receita líquida somou R$ 7,9 bilhões, avanço de 5,9% anual no quarto trimestre.
“O desempenho recente reflete, em grande parte, fatores que pressionaram a sinistralidade no curto prazo: aumento de frequência de utilização em determinadas linhas de cuidado e praças, sazonalidade menos favorável do que a observada historicamente em alguns períodos, e efeitos do ‘ramp-up’ [aceleração] de unidades novas ainda em curva de maturação, com diluição incompleta de custos fixos”, afirmou a companhia em carta que acompanhou o balanço.
O tíquete-médio dos convênios médicos cresceu 6,6% em um ano e foi para R$ 301,4 por mês no quarto trimestre. A sinistralidade caixa ficou em 75,5%, variação de 4,5 pontos percentuais em um ano.
Ao final de dezembro, a dívida líquida da Hapvida era de R$ 5,18 bilhões, 21,9% acima da dívida do final de setembro. O índice de alavancagem — medido pela razão da dívida líquida pelo Ebitda dos últimos 12 meses — subiu de 1 vez para 1,32 vez.
No acumulado de 2025, a companhia teve prejuízo contábil de R$ 237,6 milhões, mas lucro ajustado de R$ 1,23 bilhão. Já a receita no ano chegou a R$ 30,8 bilhões, alta de 6,6% frente ao faturamento de 2024.