85% dos CEOs de saúde estão confiantes no crescimento do setor
04/05/2026
De acordo com uma pesquisa da KPMG, 85% dos CEOs de empresas de saúde estão confiantes no crescimento do setor. O mesmo levantamento listou prioridades operacionais, como promover a digitalização e a conectividade nas organizações, formação em inteligência artificial, aprimoramento das habilidades da força de trabalho para simplificação de processos e execução das iniciativas ambientais, sociais e de governança. Já os desafios são a integração da IA aos processos e sistemas organizacionais, as pressões regulatórias e a resiliência da cadeia de suprimentos.
 

Nessa pesquisa, outros dados foram observados, sendo eles os seguintes: 92% dos CEOs do setor de saúde concordam que o conselho de administração está preparado para lidar com a adoção de tecnologias avançadas; 87% deles planejam alocar mais de 10% do orçamento para a inteligência artificial; 83% preveem retornos em três anos; 72% dizem que as organizações estão acompanhando a velocidade do desenvolvimento da IA; e 55% estão preocupados com o nível de prontidão dos dados. Quanto as três principais áreas de transformação digital para os próximos três anos, a pesquisa revelou que 75% dos executivos elegeram prontuários médicos eletrônicos; 71%, plataformas de dados integradas; e 68%, hospitais inteligentes.

“Os líderes do setor de saúde estão lidando com o aumento da demanda, a escassez da força de trabalho, os orçamentos mais apertados e os crescentes riscos cibernéticos. O que se destaca, no entanto, é o otimismo. Eles reconhecem a escala do desafio, desde as lacunas de talentos até a prontidão de dados, mas estão tomando medidas decisivas, como a implementação da inteligência artificial para melhorar em vez de substituir a força de trabalho, acelerar os modelos de atendimento digital e construir as parcerias necessárias para avançar no desenvolvimento dos negócios”, analisa o sócio-diretor de ciências da vida e saúde da KPMG no Brasil, Marcos Laredo.

A pesquisa ainda revelou que 83% dos executivos concordam que o engajamento com as comunidades e promover culturas internas positivas é essencial para garantir a produtividade futura; 30% deles incorporaram os custos de sustentabilidade e o retorno sobre investimento em todas as decisões de capital; e 12% estão confiantes em relação ao cumprimento de metas net zero até 2030. Sobre o desenvolvimento da força de trabalho, 71% estão focados na retenção e reciclagem de talentos de alto potencial e 26% mencionam que a escassez de habilidades é um dos maiores obstáculos ao progresso.

“A falta de mão de obra qualificada é um dos desafios para as empresas, o que levou as organizações a investirem nos profissionais. Com a adoção de forma adequada, a IA e a digitalização poderão ajudar a diminuir as diferenças na força de trabalho e liberar uma produtividade significativa por toda a área de atendimento. Isso poderia proporcionar reduções de custo e direcionar o foco em atividades de maior valor, o que pode ajudar a impulsionar os objetivos ambientais, sociais e de governança e a desenvolver a resiliência da cadeia de suprimentos. No entanto, depende de como as novas tecnologias serão integradas. A experiência geralmente é classificada no último lugar da pauta. Os CEOs do setor de saúde precisarão trabalhar de forma diferente e ágil”, conclui o sócio.





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