Segundo a companhia, seus resultados financeiros foram afetados principalmente pela baixa de ativos no valor de R$ 196,8 milhões, em especial a 4Bio, vendida para a Profarma em março por R$ 520 milhões.
Em termos operacionais, a RD Saúde destaca que suas vendas mesmas lojas, excluindo resultados de novas farmácias, aumentou 12,8%, acima da média do setor, impulsionada pela expansão da rede, que chegou a 3.614 lojas ao fim de março.
“Salientamos que também evidenciamos ganhos expressivos de participação de mercado em todas as regiões, mesmo quando desconsideramos os medicamentos GLP-1 e sua influência positiva na nossa base”, afirma, em comunicado.
A companhia teve queima de caixa de R$ 106,2 milhões no primeiro trimestre, com o fluxo de caixa operacional sendo consumido pelos investimentos e compensando melhorias no seu ciclo de caixa.
O resultado financeiro da empresa foi negativo em R$ 203,2 milhões, ante R$ 123,4 milhões no primeiro trimestre de 2025, impactado por maiores despesas com juros ao longo dos três primeiros meses do ano.
A dívida líquida da RD Saúde era de R$ 3,21 bilhões ao fim de março, contra R$ 2,72 bilhões há um ano, enquanto a alavancagem manteve-se estável em 1,2 vez a dívida sobre o Ebitda.