Os fundos Advent e Bain não estão dispostos a comprar fatia minoritária na Amil, segundo fontes do mercado financeiro. O negócio é avaliado em R$ 17 bilhões, o que equivale a um múltiplo de 10 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês).
Segundo fontes, as duas gestoras não querem ser sócias minoritárias do empresário José Seripieri Filho, conhecido como Júnior no mercado.
As gestoras preferem ter 100% do controle, mas pessoas próximas a Júnior disseram que ele estaria prospectando a abertura inicial de ações (IPO na sigla em inglês).
As conversas vêm ocorrendo nos últimos meses e não é a primeira vez que a Bain tenta assumir o controle da Amil.