Com modelo filantrópico, FIDI gera retorno social de 12 vezes do valor investido
24/07/2026

O modelo filantrópico demonstra impacto mensurável para a sociedade. Em 2025, para cada R$ 1,00 investido a título de imunidade tributária, a Fundação Integrada de Diagnóstico, Pesquisa, Educação e Inovação em Saúde – FIDI retornou R$ 12,03 em benefícios para a saúde, bem-estar da população e para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Mais do que uma etapa técnica, o diagnóstico por imagem é hoje uma infraestrutura essencial para o funcionamento do sistema de saúde, orientando decisões médicas, condutas em casos de urgência, reduzindo as desigualdades no acesso ao cuidado e contribuindo para a detecção precoce de doenças.

Em 2025, a FIDI realizou mais de 5,1 milhões de exames de diagnóstico por imagem, crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior. Esse impacto ganha escala quando associado a modelos capazes de unir tecnologia, gestão especializada, presença territorial e reinvestimento social.
 

“O diagnóstico por imagem tem um papel decisivo na jornada do paciente. Quando o exame é realizado com qualidade e o laudo chega no tempo adequado, o impacto vai além da entrega de um resultado, permitindo decisões clínicas mais rápidas, favorecendo o início oportuno do tratamento e contribuindo para que o sistema de saúde funcione com mais eficiência”, afirma Simone Vicente, CEO da FIDI.

Na prática, esse retorno se traduz em ampliação de acesso, modernização de serviços, qualificação de fluxos assistenciais, apoio ao diagnóstico precoce e maior capacidade de resposta para hospitais e unidades de saúde. Como Fundação privada, sem fins lucrativos e filantrópica, a FIDI reinveste 100% de seus recursos em assistência médica, ensino, pesquisa, extensão médico-científica, ações sociais e iniciativas voltadas à saúde da população.

Retorno social

O Indicador de Retorno Social sobre Investimento (SROI) mostra que os R$ 12,03 gerados impactam em benefícios relacionados à saúde, ao bem-estar da população e ao desenvolvimento sustentável do Brasil. O reinvestimento é integral, como em assistência médica, ensino, pesquisa, extensão médico-científica, ações sociais e iniciativas voltadas à saúde da população. O resultado reforça o papel do modelo filantrópico na ampliação do acesso à medicina diagnóstica e demonstra como recursos destinados à instituição retornam à sociedade.

O relatório também aponta crescimento de 6% no retorno social entre 2024 e 2025, indicando a evolução contínua do impacto gerado pela FIDI ao longo dos anos. Na série histórica, o retorno direto passou de R$ 3,50 para cada R$ 1,00 investido em 2019 para R$ 7,16 no período mais recente. Já o retorno total, que considera também efeitos indiretos e a percepção de valor pelos diferentes públicos impactados, alcançou R$ 12,03, crescimento de 68% no valor social gerado pela instituição.

“Esse retorno social mostra como cada recurso aplicado na FIDI se transforma em acesso à saúde, ampliação da capacidade diagnóstica, incorporação de tecnologia, qualificação das equipes e melhoria da experiência dos pacientes, além da presença em diferentes regiões do país. Nosso compromisso é fazer com que esses recursos retornem para a sociedade em forma de cuidado, inovação e impacto positivo”, afirma Simone.

Capacidade e alcance

A agilidade na entrega dos laudos é uma das frentes que sustentam esse impacto. A Central de Laudos da FIDI opera 24 horas por dia, com cerca de 500 médicos, capacidade para mais de 14 mil laudos diários e certificação ISO 9001 desde 2019. Em 2024, a instituição alcançou 99,5% de SLA em 2,1 milhões de laudos. Em 2025, mesmo com contratos que exigem devolução em até duas horas, manteve índice de 99,0% em 2,3 milhões de laudos.

A tecnologia também tem sido incorporada como ferramenta de eficiência clínica e operacional. No Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE), a aplicação de inteligência artificial em radiografias de tórax permite a análise automatizada de 75 achados clínicos em cerca de três minutos, reduzindo em quase uma hora o tempo de resposta no pronto-socorro. A modernização da estrutura também reduziu o prazo médio para realização de ressonância magnética de 72 para 24 horas e de tomografia de 36 para 24 horas em pacientes internados.

“Falar em impacto social na saúde é falar sobre alcançar quem mais precisa, com qualidade e segurança. A medicina diagnóstica permite enxergar o que muitas vezes ainda não é visível clinicamente. Quando esse acesso é ampliado, o sistema ganha capacidade de prevenir, tratar e cuidar com mais precisão”, afirma Simone Vicente.

Com 40 anos de trajetória, a FIDI consolida um modelo em que diagnóstico, tecnologia, filantropia e gestão se conectam para ampliar o retorno à sociedade. Em um cenário de demanda crescente por exames, pressão sobre os serviços públicos e necessidade de respostas mais rápidas, a medicina diagnóstica deixa de ser apenas apoio ao cuidado e passa a ocupar papel central na construção de um sistema de saúde mais eficiente, preventivo e humano.





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