No Rio de Janeiro, hospitais como Copa Star, Copa D’Or, Barra D’Or e Quinta D’Or figuram entre as unidades certificadas, ao lado de outras instituições da Rede D’Or no estado. O resultado alcançado integra uma rede presente em 76 hospitais distribuídos por 13 estados e pelo Distrito Federal.
Desempenho que destaca a Rede D´Or no país
Considerado uma das maiores iniciativas de avaliação dos serviços de terapia intensiva do mundo, o Programa UTIs Brasileiras reúne atualmente mais de 800 hospitais e 1.800 UTIs em todo o país.
Os resultados das UTIs da Rede D´Or mostram a capacidade de alcançar desfechos melhores do que os esperados. Na prática, isso significa mais vidas salvas e mais pacientes recuperados
— Ederlon Rezende, coordenador do Programa UTIs Brasileiras e presidente do Conselho Consultivo da AMIB
Na edição deste ano, 630 hospitais e 1.336 UTIs atenderam aos critérios de elegibilidade para análise. Dentre elas, apenas 337 instituições e 588 unidades alcançaram os padrões necessários para concorrer, evidenciando o rigor técnico e a seletividade da metodologia.
Ao todo, 140 UTIs receberam os selos UTI Top Performer e/ou UTI Eficiente, consolidando a Rede entre os principais destaques. Isso significa que aproximadamente 90% dos hospitais da Rede D’Or avaliados atingiram o objetivo, resultado superior ao dobro da média nacional, de 42%.
O que significa ser uma UTI Top Performer?
A certificação reconhece unidades com diferenciais em atendimento a pacientes graves, conciliando excelência assistencial e eficiência operacional. A avaliação é feita com base em indicadores clínicos e considera a complexidade dos casos atendidos por cada unidade.
A Rede D’Or tem um papel importante para que esses resultados apareçam na prática, no cuidado diário aos pacientes, especialmente aqueles que chegam às UTIs em estado grave
— Carlos Reis, médico intensivista e CEO da Epimed Solutions
— Os resultados das UTIs da Rede D’Or mostram a capacidade de alcançar desfechos melhores do que os esperados. Na prática, isso significa mais vidas salvas e mais pacientes recuperados — explica Ederlon Rezende, coordenador do Programa UTIs Brasileiras e presidente do Conselho Consultivo da AMIB.
O que sustenta esse desempenho
Nas UTIs da rede, os pacientes contam com equipes altamente especializadas, protocolos clínicos atualizados e integração entre diferentes áreas do hospital, fatores que contribuem para decisões mais rápidas e um cuidado mais coordenado. Essa estrutura é apoiada por recursos como cirurgia robótica (Da Vinci®), sistemas avançados de monitoramento e ferramentas de suporte à decisão clínica. Para o paciente, isso significa estar em um ambiente preparado para atuar com agilidade nos momentos mais delicados do tratamento.
— A Rede D’Or tem um papel importante para que esses resultados apareçam na prática, no cuidado diário aos pacientes, especialmente aqueles que chegam às UTIs em estado grave — afirma Carlos Reis, médico intensivista e CEO da Epimed Solutions, empresa independente que realiza a análise dos dados do Programa UTIs Brasileiras, conduzido pela AMIB.