Capacitação é essencial para oferecer assistência de qualidade
22/03/2018

O desempenho de excelência da Delphos – Medicina, Consultoria e Gestão em seus projetos está no modelo de assistência centrado nos resultados clínicos e o foco na importância da capacitação das habilidades técnicas e não técnicas das equipes

Contar com equipes multidisciplinares competentes e oferecer ambiente e infraestrutura de excelência são fatores primordiais para a promoção da saúde. A gestão de qualidade deve ser encarada como prioritária, principalmente no que tange os aspectos gerenciais e de capacitação, que a curto e longo prazo promovem a melhoria na qualidade da assistência.

A Delphos – Medicina, Consultoria e Gestão implementa em seus projetos – hospitais públicos e privados em vários estados do Brasil -, um modelo de assistência centrado nos resultados clínicos e com a premissa da importância da capacitação técnica e não técnica das equipes.

César Bortoluzo, Líder Executivo da Delphos, explica que as equipes assistenciais são constituídas por profissionais preparados tecnicamente, mas que muitas vezes não têm desenvolvidas as necessárias habilidades de organização de processos assistenciais, trabalho em equipe, liderança, comunicação e empatia, tanto entre os integrantes da equipe como com os pacientes e seus familiares. “Desenvolver ou ampliar as muitas variáveis não técnicas nas equipes multiprofissionais promove, comprovadamente, a melhoria na qualidade da assistência”, afirma Bortoluzo.

Exemplo disso é o Hospital Regional Público do Leste do Pará (HRPL), em Paragominas, onde a Delphos implementou melhorias nos processos de gestão de pacientes críticos através de cursos de capacitação das equipes muldisciplinares. De acordo com Clóvis Guse, diretor de enfermagem do HRPL, no período de um ano, a unidade reduziu em 50% a taxa de mortalidade esperada pela gravidade dos casos e diminuiu em cerca de 70% o tempo médio de permanência de pacientes internados na UTI. “A nossa UTI está entre as melhores do Brasil. Não adiantaria ter um hospital de excelência sem ter um serviço que agregasse, que nos compartilhasse esse conhecimento que a Delphos nos passa. Quando penso em Delphos, penso em UTI de alta perfomance, profissionais altamente qualificados, que tem uma visão de processo assistencial e voltada para os protocolos assistenciais”, ressaltou Guse.

“A unidade reduziu em 50% a taxa de mortalidade esperada pela gravidade dos casos e diminuiu em cerca de 70% o tempo médio de permanência de pacientes internados na UTI. Segundo o programa de gestão, a nossa UTI está entre as melhores do Brasil.”  Clóvis Guse – Diretor de Enfermagem do HRPL

Há seis meses a Delphos também vem realizando treinamento das equipes e mudança assistencial no Hospital Municipal de Urgências de Guarulhos (HMU). Nesse período, a taxa de mortalidade da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) caiu 30%. A média de 2016 era de 27% e hoje, está em 19%. A unidade também aumentou em 50% a capacidade de atendimento.

Ederlon Rezende, médico intensivista e Líder Técnico da Delphos, explica que no HMU também está sendo realizado um trabalho focado nos resultados clínicos e de capacitação não técnica das equipes, conforme a premissa da Delphos. “Os objetivos básicos (dos treinamentos) são o conhecimento de processos de gestão aplicados à assistência clínica, desenvolvimento da empatia interna e externa das equipes para lidar com a terminalidade da vida e desenvolvimento da capacidade de organização de processos para atuar com efetividade e segurança”, ressaltou Rezende.

Segundo Rafael de Souza, coordenador de enfermagem do HMU, todo o conteúdo é passado de forma simples e interessante. “A minha ideia é extrair daqui o melhor, dividir com a equipe, uniformizar e implantar na unidade, por meio de protocolos”, afirmou.

 

O hospital Jean Bittar, em Belém do Pará, onde a Delphos também executa seu modelo de gestão assistencial, há dois anos, também apresenta resultados significativos. A taxa de mortalidade reduziu em 40% e o tempo médio de permanência de pacientes internados na UTI é 35% menor.

Leila Rezegue, médica intensivista e coordenadora geral da UTI da unidade, explica que o trabalho que a Delphos vem realizando está possibilitando organizar dados e avaliá-los com as equipes. “É muito melhor trabalhar com a casa arrumada. Uma gestão focada, onde é possível acompanhar todos os indicadores, inclusive à distância, nos possibilita olhar o todo e melhorar cada dia mais a assistência. A melhoria dos dados mostra que estamos no caminho certo”, ressaltou a médica.

Um dos focos para as melhorias na unidade é a capacitação sobre a cultura de obtenção de resultados clínicos e foco adicional nas questões relativas a custos hospitalares. Giovani Merenda, Diretor Executivo da unidade ressalta a parceria com a Delphos. “Eu já não penso mais em UTI, porque não tenho problemas lá. Após iniciarmos essa parceria com a Delphos a UTI está dando muito certo. Os treinamentos das equipes e tudo que a Delphos vem realizando está fluindo de forma muito satisfatória”, garantiu o Diretor.

 “Eu não penso em UTI, porque não há problemas lá. Os treinamentos das equipes e tudo que a Delphos vem realizando está fluindo de forma muito satisfatória. Eles são muito parceiros. A UTI é um setor que dá muito certo.”  Giovani Merenda – Diretor Executivo do hospital Jean Bittar

 

Capacitação das Equipes Multidisciplinares

A capacitação técnica beneficia não somente o profissional de saúde, mas também a sociedade. E esse benefício e importância também se atribui à capacitação não técnica. Desenvolver ou ampliar as muitas variáveis não técnicas nas equipes multiprofissionais promove, comprovadamente, a melhora na qualidade da assistência.

Os treinamentos são realizados pela Delphos – Medicina, Consultoria e Gestão em parceria com a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Alguns dos treinamentos realizados envolvem os temas: Cuidados Paliativos na UTI, Construindo uma UTI de Alta Performance, Curso de Imersão em Terapia Intensiva Neurológica (CITIN), Fundamental Critical Care Support, Crew Resource Management (CRM) e Pediatric Fundamental Critical Care Support

De acordo Ederlon Rezende, Líder Técnico da Delphos, existem muitas técnicas para promover a melhor qualidade de assistência que podem e devem ser empregadas com o objetivo de atingir o melhor resultado. A comunicação e a liderança dentro da equipe multiprofissional, e destes com pacientes e famílias, propicia melhores chances de lidar com o sucesso dos procedimentos técnicos e também com a inevitabilidade da morte em muitos casos.

“Os objetivos básicos dos treinamentos são o conhecimento de processos de gestão aplicados à assistência clínica, desenvolvimento da empatia interna e externa das equipes para lidar com a terminalidade da vida e desenvolvimento da capacidade de organização de processos para atuar com efetividade e segurança”, explicou Rezende.

Segundo ele, a capacitação se estende à cultura de obtenção de resultados clínicos e foco adicional nas questões relativas a custos hospitalares. “Os profissionais em treinamento desenvolvem atividades através da utilização de dinâmicas que visam ampliar as habilidades para o trabalho em equipe, aplicar ferramentas da qualidade e desenvolver planejamento estratégico”, destacou Rezende.

Antônio Falcão, Chefe da UTI do Hospital das Clínicas da Unicamp, que participou dos cursos da Delphos em Guarulhos, enfatiza que, no geral, os cursos são muito bons porque padronizam as condutas, e isso aumenta a segurança no tratamento dos pacientes. “É uma oportunidade rara, porque são cursos oferecidos pelas unidades para os profissionais de forma gratuita. É uma oportunidade de melhoria tanto para o profissional quanto para o hospital”, finalizou.

Números da Delphos

640 Profissionais capacitados

12.800 Horas de treinamento





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