Câncer de pele é o mais comum entre os brasileiros
16/01/2019

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam o câncer de pele como o tipo de maior incidência entre os brasileiros, correspondendo a 33% dos diagnósticos de câncer. A cada ano, cerca de 180 mil novos casos são registrados em todo o país, colocando a comunidade médica e os órgãos do setor em alerta.

A cirurgiã plástica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, dra. Andrea Oliveira, explica que fatores predisponentes como tipos de pele (mais claras e mais sensíveis); exposição solar (país tropical e de alta incidência de solaridade anual); agravantes como falta de proteção solar diária e de exames de rotina para câncer de pele são as principais causas de uma incidência alta e de diagnósticos de lesões mais avançadas.

A médica, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e do Grupo Brasileiro de Melanoma, também ressalta que a maioria dos casos de câncer de pele podem ser evitados com medidas simples de fotoproteção. “O uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas. No entanto, a exposição solar diária, durante as atividades rotineiras do dia a dia, como na locomoção a pé, no carro ou transporte coletivo, nas atividades de educação física e, especialmente, dos trabalhadores ao ar livre, é muito mais danosa à saúde da pele do que a exposição intencional”, afirma a especialista.

Ainda sobre o uso do protetor, a profissional afirma que, mesmo com o Fator de Proteção Solar (FPS) adequado, a exposição solar deve ser até as 10 horas da manhã e a partir das 16 horas, sempre; não se esquecendo da proteção adicional de chapéus e óculos com lentes adequadas.





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