Hospital de Copacabana investe 1,5 milhões em tecnologia predial
30/07/2019

Central de Operações, com monitores ligados 24h, aumentam a segurança e a qualidade dos sistemas operacionais

O Hospital São Lucas Copacabana está investindo cerca de 1,5 milhões em projetos de automação predial.  A modernização visa garantir cada vez mais segurança e qualidade nos processos e sistemas operacionais hospitalares. Para isso, está implantando uma Central de Operações, que monitora em tempo real sistemas utilitários do ambiente hospitalar, tais como todos os aparelhos de ar condicionado; subestações de energia elétrica – que inclui geradores e equipamentos de nobreaks -; consumo e abastecimento de água e os gases medicinais.

Na prática, a Central de Operações funciona com monitores conectados 24h por dia, todos os dias da semana, onde é possível identificar qualquer início de instabilidade nesses sistemas em tempo real. Na Central, além dos analistas – que acompanham os monitores em tempo integral, dependendo da gravidade da não conformidade, algumas chefias estratégicas do hospital recebem simultaneamente, por e-mail e SMS as informações sobre esses acontecimentos. Dessa forma, a equipe de Segurança Operacional consegue atuar antes que algum dano prejudique a rotina hospitalar, os pacientes em atendimento e as equipes de saúde em atuação.

Segundo Yuri Xavier Gianerini, Coordenador de Engenharia Predial do São Lucas, diferentemente de outras empresas prestadoras de serviços onde desajustes nos sistemas são considerados transtorno, desconforto ou apenas um impacto na harmonia, num hospital as proporções podem ser graves. “Aqui trabalhamos para salvar vidas, por isso é fundamental que todos os nossos sistemas estejam em pleno funcionamento, principalmente, para garantir a total segurança dos equipamentos e as condições ambientais com destaque para as Unidades de Terapia Intensiva e das salas do Centro Cirúrgico”, enfatiza o engenheiro.

O projeto de automação predial prioriza também a sustentabilidade dos sistemas operacionais, uma vez que pode monitorar e identificar desajustes que gerem desperdícios de consumo de água e energia elétrica, por exemplo. O projeto já está em curso e deverá estar finalizado até o primeiro semestre de 2020.





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