A Dasa, empresa de medicina diagnóstica do Brasil, acaba de inaugurar seu novo Núcleo Técnico-Operacional (NTO) em Brasília, com capacidade de produção inicial de 2,4 milhões de exames, podendo chegar a 5 milhões sem a necessidade de novas obras. A unidade de 4.500 m² conta com equipamentos de bioquímica e de imunoensaio, passando a integrar o grupo dos grandes NTOs da Dasa processados pela companhia, ao lado de São Paulo e Rio de Janeiro, praças que concentram alguns dos maiores volumes e complexidades da operação.
O novo NTO passa a ser referência para processamento de exames da Dasa nas regiões Centro-Oeste, Norte (Pará, Amapá, Amazonas, Roraima e Tocantins) e parte do Nordeste (Piauí e Maranhão). A operação conta com 200 profissionais e abrange mais de 400 municípios, quatro hospitais da Rede Américas no Distrito Federal (Hospital Brasília, Hospital Brasília Águas Claras, Maternidade Brasília e Hospital Alvorada Brasília), contemplando mais de 2 milhões de pacientes por ano. Para o mercado de apoio laboratorial, por meio da marca Alvaro Apoio, a unidade deve atender mais de 1.000 empresas, com a capacidade de chegar a 1.200.
“O salto de capacidade é resultado direto do parque tecnológico instalado: o novo prédio tem automação de ponta que reduz intervenção manual, padroniza rotinas e sustenta ganho de escala sem abrir mão da qualidade analítica”, explica Leonardo Vedolin, vice-presidente da Área Médica da Dasa. Ao todo, a Dasa tem hoje 24 NTOs no país, que processam mais de 450 milhões de exames por ano.
O NTO de Brasília concentra tecnologia de ponta em bioquímica, imunoquímica, biologia molecular, hematologia, coagulação, microbiologia e citometria de fluxo, com equipamentos dimensionados para operar em alto volume e baixa intervenção manual.
A unidade vai processar um menu com centenas de exames, permitindo que mais de 95% dos testes disponíveis no menu de exames da Dasa sejam executados localmente, facilitando o acesso a clientes da marca Exame.
“O conjunto de automação de ponta a ponta, integração entre equipamentos e padronização de rotinas sustenta o salto de capacidade sem multiplicar risco operacional. O novo núcleo entra em operação já com o parque tecnológico completo, sem o período de transição gradual, comum em modernizações de unidades já existentes, o que permite que Brasília comece a operar no mesmo padrão dos maiores NTOs do país”, explica Linaldo Vilar, Diretor de Produção da Dasa.
Renovação de 18 Núcleos Técnico-Operacionais
A inauguração de Brasília é parte de uma estratégia maior da Dasa, anunciada em dezembro do ano passado. Até 2027, a Dasa está renovando 18 NTOs em todo o território nacional, em um movimento que resultou de uma das maiores concorrências já realizadas no setor diagnóstico global.
A companhia fechou parcerias de longo prazo com líderes mundiais em tecnologia laboratorial como Roche, Abbott, e Beckman Coulter, e está instalando mais de 400 equipamentos importados de alta performance até o início de 2027. Hoje, a Dasa atende mais de 44 milhões de brasileiros e está presente em 13 estados fisicamente. Com o mercado de apoio, por meio da marca Alvaro Apoio, a Dasa alcança todos estados do país.
Com a renovação dos NTOs, a companhia reforça seu compromisso com a excelência médica, a inovação contínua e a sustentabilidade do sistema de saúde, consolidando-se como uma das plataformas diagnósticas mais modernas e integradas do mundo.
“O projeto responde a um desafio histórico do setor, a multiplicidade de plataformas herdadas de aquisições ao longo dos anos, e marca uma nova fase de padronização nacional, automação e eficiência operacional. Com a reformulação, a Dasa passa a operar com um parque tecnológico unificado, de última geração, garantindo escala, qualidade analítica e agilidade na incorporação de inovações clínicas”, diz Leonardo Vedolin.
Os contratos foram estruturados para garantir previsibilidade financeira, eficiência operacional e atualização tecnológica contínua. O modelo prevê a locação de equipamentos com exclusividade na aquisição de reagentes, o que evita imobilização de capital em ativos que se depreciam rápido e garante acesso permanente ao estado da arte da medicina diagnóstica.